domingo, 24 de junho de 2018

TORNEIO DE XADREZ RÁPIDO POR EQUIPES NA UERR - 28/06/2018 (Quinta-feira), a partir das 18 horas.

TORNEIO DE CONFRATERNIZAÇÃO UNIVERSITÁRIA POR EQUIPES DE XADREZ

REGULAMENTO


1. Objetivos do evento: Difundir a prática do Xadrez em contagem e região e promover a divulgação do projeto de xadrez da UERR; Movimentar o xadrez Roraimense no ritmo xadrez Rápido; Contribuir para a melhoria do espírito por equipe enxadrístico.
2. A competição será realizada no salão do restaurante universitário da Universidade Estadual de Roraima (UERR) localizada na rua Sete de Setembro, nº 231, no bairro Canarinho, Boa Vista - RR, 69306- 530 , dia 28/06/2018 (Quinta-feira), a partir das 18 horas.
3. Serão utilizadas as regras da Federação Internacional de Xadrez (FIDE) para a modalidade Xadrez Rápido.
4. O emparceiramento será feito pelo round-robin(sistema schuring) até 8 equipes, com tempo de reflexão de 15min no relógio digital e analógico por jogador ou sistema suíço em 6 rodadas (para 9 ou mais equipes).
4.1 Serão considerados os pontos individuais de cada jogador para efeito da pontuação da equipe (1 ponto por vitória e 0,5 ponto por empate).
5. Os critérios de desempate serão, nesta ordem
5.1. Para o sistema round-robin:
a) Soma dos pontos da equipe,
b) Sonneborn-Berger,
c) Número de vitórias,
d) Maioria negra,
e) Sorteio.
5.2. Para o sistema suíço:
a) Soma dos pontos da equipe,
b) Buchholz com corte do pior resultado,
c) Buchholz,
d) Sonneborn-Berger, e) Maioria negra,
f) Sorteio.
6. As equipes que ficarem em condição de “Bye” receberão 2 pontos, independentemente da rodada em questão.
7. As equipes serão formadas por até 3 enxadristas (3 titulares), sendo um deles o capitão.
7.1. No caso de equipes com apenas 2 jogadores, estes deverão ocupar necessariamente o primeiro e o segundo tabuleiros.
7.2. A substituição de jogadores deve ser efetuada pelo sistema olímpico, mantendo-se sempre a ordem da escalação inicial, fornecida no ato da inscrição.
7.3. As equipes deverão ter no mínimo 2 jogadores presentes em cada rodada,
sob pena de exclusão da competição caso ocorra a falta em duas rodadas,
consecutivas ou não.
8. Não haverá tolerância para atraso em relação ao horário previsto para o
início das rodadas.
9. Os jogadores não poderão portar celulares e outros aparelhos eletrônicos no
ambiente de jogos. Não é permitido aos jogadores comentarem sobre suas
partidas enquanto elas estiverem em andamento, inclusive com o capitão da
equipe.
10. As inscrições devem ser feitas preferencialmente no dia e local do evento
de 17h às 17h50minou pelo e-mail cmfelipelobo@gmail.com até 27/06. Após
esse horário, a equipe será emparceirada a partir da 2ª rodada.
10.1. Deverá ser informado, no ato da Inscrição:
a) Nome da equipe (até 25 caracteres),
b) Entidade vinculada (opcional, até 25 caracteres),
c) Nome completo dos integrantes da equipe, na ordem dos tabuleiros,
d) Capitão da equipe,
e) Ratings FIDE e CBX , se houver.
10.2. Taxa de inscrição: R$5,00 por jogador.
11. Serão premiadas com medalhas as equipes Classificadas em 1ª, 2ª e 3ª
colocações.
12. Será vedado ao jogador durante as partidas comunicar-se com outras
pessoas incluindo os outros jogadores da mesma equipe, durante a partida, por
meio de palavras, sinais ou por qualquer outra maneira;
a) Utilizar de atitude antidesportiva e desrespeitosa com os adversários ou o
árbitro;
b) Combinar resultados entre equipes, sob pena de perda dos pontos
conquistados na rodada.
13. Os recursos contra as decisões da arbitragem deverão ser feitos e
entregues, por escrito, pelos capitães das equipes, em até 10 minutos após o
término da partida em questão.
13.1. Será formado o Comitê de Apelação com 5 membros participantes do
torneio e de notório saber sobre as Leis do Xadrez, sendo um presidente, dois
membros efetivos e dois membros suplentes.
13.2. Os casos omissos no presente regulamento serão analisados pela
organização.

sexta-feira, 15 de junho de 2018

Vagas para ingresso como aluno especial no Mestrado Profissional em Segurança Pública, Direitos Humanos e Cidadania da UERR

O mestrado profissional em Segurança Pública, Direitos Humanos e Cidadania da UERR está ofertando vagas para quem deseja cursar disciplinas como aluno especial em 2018.2. 

As inscrições acontecem nos dias 20 e 21 de junho, na Secretaria de Pós-Graduação da UERR, das 9 às 12 horas.

Acesse o Edital:
https://www.uerr.edu.br/aluno-especial-no-mestrado-em-seguranca-publica-2/

quarta-feira, 13 de junho de 2018

II TORNEIO DE XADREZ BLITZ FEROX/UERR

A FEDERAÇÃO RORAIMENSE DE XADREZ CONVIDA TODOS OS AMANTES DO XADREZ‼

✔  II TORNEIO DE XADREZ BLITZ 2018


✔ LOCAL: UERR, (Rua: Sete de Setembro, 231 - Canarinho, Boa Vista - RR, 69306-530 – Salão do Refeitório da UERR).


✔ DATA: 15/06/2018 (Sexta-feira).


✔ HORÁRIO: 18h30min


 ✔ INVESTIMENTO: R$ 10,00 categoria absoluto e R$ 5,00 categoria sub-18, Sub-16, Sub14, Sub12 e alunos da UERR.
✔ SISTEMA E RITMO DE JOGO:  Suíço em sete(07) rodadas e Ritmo de Jogo: 3 min. + 2 seg. por lance (relógio digital) ou 5min K.O (relógio analógico).
A  competição  será  realizada  na categoria Absoluta, sem  distinção de naipe (separados somente na hora da premiação).


✔ PROGRAMAÇÃO:
Dia 15/ 06/ 2018 (sexta-feira):

18h30min INSCRIÇÃO

18h50 min Congresso técnico

19h – 1ª rodada;

19h10min - 2º rodada;

19h20min - 3º rodada;

19h30min – 4ª rodada;

19h40min – 5º rodada;

19h50min – 6º rodada;

20h – 7º rodada;

20h10min – Premiação e cerimônia de encerramento;

✔ PREMIAÇÃO:

Categoria Absoluto:
1º lugar – Medalha
2º lugar – Medalha
3º lugar – Medalha

Categoria Melhor Feminino Absoluto - Medalha

Categoria Sub-18- Medalhas para o Melhor Masculino e Feminino

Categoria Sub-16- Medalhas para o Melhor Masculino e Feminino

Categoria Sub 14 – Medalhas para o Melhor  Masculino e Feminino

Categoria Sub-12- Medalhas para o Melhor Masculino e Feminino

Medalhas para o Melhor enxadrista participante do projeto UERR XADREZ CLUBE Masculino e Feminino.

segunda-feira, 19 de março de 2018

Começa amanhã! Descartes: Clube de estudo em Língua francesa com recheio filosófico







Descartes: Clube de estudo em Língua francesa com recheio filosófico





Aprenda francês e discuta filosofia de um modo diferente!




Estude com interação, através de encontros dinâmicos e por meio de metodologias autodidatas e coletivas





Encontros: Todas as Terças-feiras




Turma Elementar I – Nível Iniciante: 15:45 às 16:45 hs




Turma Elementar II - : Horário: 16:45 às 17:45 hs




Local: Escola Estadual Gonçalves Dias




Coordenação geral: Dr. Edgard Vinícius Cacho Zanette (UERR)




Carga horária e certificação prevista: 40 hs




Informações pertinentes:




Cada encontro semanal – por turma, corresponde a 1 hora. São 4 horas por mês, com certificação Final prevista de até 40 horas. O nível Elementar I se refere aos novos participantes em nível iniciante. O nível Elementar II se refere aos participantes remanescentes do Projeto de Extensão realizado em 2017 ou novos participantes que tenham nível pré-intermediário, com teste de nivelamento a ser realizado no primeiro encontro.



Inscrições gratuitas a serem feitas pessoalmente no dia 20 de março, às 
15:00 hs na Escola Estadual Gonçalves Dias





Dúvidas e contato: editor@uerr.edu.br




PROMOÇÃO: MESTRADO PROFISSIONAL EM SEGURANÇA PÚBLICA, DIREITOS HUMANOS E CIDADANIA E CURSO DE FILOSOFIA DA UERR

sexta-feira, 15 de setembro de 2017

Colóquio Internacional Fausto Castilho e Ensaios e Discurso do Método de Descartes - 02 a 06 de Outubro de 2017



1º CONGRESSO FAUSTO CASTILHO DE FILOSOFIA

Local: Auditório Fausto Castilho (IFCH-Unicamp), auditório do Instituto de Estudos da Linguagem (IEL-Unicamp) e auditório da Casa do Professor Visitante (CPV-Unicamp)

Período: 2 a 6 de outubro de 2017

Realização: Fundação Fausto Castilho, Instituto de Estudos Avançados da Unicamp e GT Estudos Cartesianos da ANPOF

Apoio: Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (IFCH-Unicamp), Instituto de Estudos da Linguagem (IEL-Unicamp), Centro de Estudo da História da Filosofia Moderna e Contemporânea (CEMODECON-Unicamp) e Instituto de Filosofia da UFU (IFILO-UFU), CAPES, FAPESP e FAPEMIG.

Eventos do 1º CONGRESSO FAUSTO CASTILHO DE FILOSOFIA

Colóquio “Fausto Castilho e seus alunos – um aprendizado para a vida inteira”: 2 e 3 de outubro

Colóquio internacional “Ensaios e Discurso do Método”: 3 a 6 de outubro

Colóquio “Fausto Castilho e seus colegas – uma companhia para a vida inteira”: 6 de outubro







PROGRAMAÇÃO GERAL

2 de outubro, segunda-feira

Local: Auditório Fausto Castilho (IFCH)



9h30: Abertura do Congresso

Álvaro Bianchi, diretor do IFCH; Luiz Orlandi, diretor do CEMODECON; Jorge Coli, ex-diretor do IFCH; e Carmen Castilho, presidente da Fundação Fausto Castilho



10h00-10h50: Conferência de Abertura do 1º Congresso Fausto Castilho de Filosofia

Husserl, Heidegger e a intuição categorial

Oswaldo Giacoia Junior, Unicamp /SP



Colóquio “Fausto Castilho e seus alunos – um aprendizado para a vida inteira”



11h00- 12h10

A teoria da sensibilidade no Manual dos Cursos de Lógica Geral de Kant

Marcos César Seneda, UFU/MG



Da Lógica de Kant à Lógica de Espinosa: influências de Fausto Castilho em minha trajetória de pesquisa

Cristiano Rezende, UFG/GO



14h00 – 15h10

A reinvenção do transcendental no horizonte da erosão do óbvio

Luciene Maria Torino, UFU/MG



Sobre a possibilidade de superar a filosofia sem realizá-la (ou Fausto Castilho e o marxismo)

Hélio Ázara de Oliveira, UFCG/PB



15h30- 16h40

Com Fausto da Unicamp ao Valle D’Aosta

Rogério Alessandro de Mello Basali, UnB/DF



O que pode um professor?

Cíntia Vieira da Silva, UFOP/MG



17h00– Inauguração da Biblioteca de Obras Raras “Fausto Castilho”

Reitor da Unicamp: Marcelo Knobel

Coordenadora Geral da Unicamp: Teresa Atvars

Presidente do Conselho do IEA-Unicamp: Carlos Vogt

Representante do Conselho Curador da Fundação Fausto Castilho: Alexandre Guimarães Tadeu de Soares



Coquetel



Dia 3 de outubro

Local: Auditório Fausto Castilho (IFCH)



9h30 – 10h40

A vontade de aprender e o conceito de universidade que Fausto Castilho conhecia mesmo sem conhecer

Cassiano Terra Rodrigues, PUC/SP



Entre príncipes e lobos: divergências convergentes na modernidade filosófica de Maquiavel e Hobbes

Luiz Carlos Santos da Silva, UFU/MG



10h50-12h00

O pensamento inefável - Reflexões inspiradas por Fausto Castilho sobre Heidegger e o fim da filosofia

Vicente de Arruda Sampaio, CEMODECON/Unicamp



Estudar filosofia: ler no original, expressar-se em vernáculo

Anselmo Tadeu Ferreira, UFU/MG







Colóquio Internacional Discurso do Método e Ensaios



14h00-14h30

Abertura do Colóquio

César Augusto Battisti e Enéias Júnior Forlin, coordenadores do Colóquio e do GT Estudos Cartesianos da ANPOF



14h30 – 15h20: Conferência de Abertura do Colóquio

La métaphysique du Discours de la méthode

Laurence Renault, Universidade de Paris-Sorbonne (França)





15h40h – 17h00

L'argument pour la distinction réelle dans le Discours de la Méthode

Igor Agostini, Universidade do Salento (Itália)



Observações preliminares sobre a teoria da percepção na Dióptrica

Lia Levy, UFRGS/RS



17h20 – 18h40

A Sexta Parte do Discurso e a constituição da noção de autoria em Descartes

Ulysses Pinheiro, UFRJ/RJ



La correspondance Clerselier-Fermat à la lumière des polémiques sur la Dioptrique

Siegrid Agostini, Universidade do Salento (Itália)





Dia 4 de outubro

Local: Auditório do Instituto de Estudos da Linguagem (IEL)



9h00– 9h50

Le rôle des suppositions dans la physique cartésienne

Pierre Guenancia, Universidade da Borgonha (França)



10h10 – 12h10

La fortune de Descartes et du cartésianisme dans la première modernité à Naples

Pierre Girard, Universidade de Lyon (França)



O cogito enquanto princípio último do mundo civil: uma possível influência de Descartes sobre a Scienza Nuova de Vico

Sertório de Amorim e Silva Neto, UFU/MG



Vico: outro crítico de Descartes

Vladimir Chaves dos Santos, UEM/PR





14h00 – 15h20

Margaret Cavendish and the reception of Descartes in England

Marcio Augusto Damin Custódio, Unicamp/SP e Sueli Sampaio D. Custódio, ITA,SP



Algumas questões sobre homens e animais no Discurso do Método

Mariana de Almeida Campos, UFBA/BA





15h40 – 17h00

Como distinguir humanos de autômatos que proferem palavras e imitem suas ações

Djalma Medeiros, Faculdade de São Bento/SP



La dimension pragmatique du Discours de la Méthode

Wojciech Starzynski, Academia Polonesa de Ciências (Polônia)



17h20-18h40

Ciência e propedêutica na moral do Discurso do Método

Edgard Vinícius Cacho Zanette, UERR/RR



A moral por provisão possui um caráter provisório?

Lilian Cantelle, UEL/PR





Dia 5 de outubro

Auditório do Instituto de Estudos da Linguagem (IEL)



09h30 – 10h20

Félicité et méthode chez Descartes

Jaime Antonio Derenne, Universidade Livre de Bruxelas (Bélgica)



10h40-12h00

Método e explicação científica em Descartes

Pedro Pricladnitzky, UEM/PR



O Discurso do Método como trunfo para a datação da Recherche de la Vérité

Maíra Borba, UFMS/MS



14h00 -15h20

Os Meteoros e o primeiro confronto com a tradição

Paulo Tadeu da Silva, UFABC/SP



Sobre o lugar dos problemas na Geometria

César Augusto Battisti, UNIOESTE/PR



15h40 – 17h00

O que há de permanente na moral provisória do Discurso do Método?

Érico Andrade, UFPE/PE



A reformulação cartesiana do conceito de substância no Discurso do Método

Enéias Júnior Forlin, Unicamp/SP



17h30 – 18h20

Razão e experiência no Discurso do Método & Ensaios

Pablo Ruben Mariconda, USP/SP





Dia 6 de outubro

Auditório da Casa do Professor Visitante



Apresentação de trabalhos de pós-graduandos

9h30 – 11h00

O papel da regra três do Discurso do Método na noção cartesiana de substância

Rafael Monteiro de Castro, UFRJ/RJ



A felicidade no Discurso do método

Marvin Strada, UFU/MG



Sobre as metáforas arquitetônicas do Discurso do Método

Carmel da Silva Ramos, UFRJ/RJ



11h10 – 12h10

Elementos do Discurso do método para a elaboração de uma estética cartesiana

Hênia Laura Duarte, UFU/MG



Descartes e a crítica à lógica no Discurso

Monique Vivian Mendes Guedes, USP/SP e UFRJ/RJ





Colóquio Fausto Castilho e seus colegas – uma companhia para a vida inteira



14h00 – 15h40

Matéria como extensão: Filopono e Descartes

Fátima Évora, Unicamp /SP



A transcendência em Sartre: ontologia e ética

Franklin Leopoldo e Silva, USP/SP



Conferência de encerramento do 1º Congresso Fausto Castilho de Filosofia

16h00 – 16h50

Filosofia implica amizade e trabalho



Luiz Benedicto Lacerda Orlandi, Unicamp/SP

segunda-feira, 4 de setembro de 2017

Lançamento do novo volume da Revista da UERR - REMGADS - Volume 10; Nº 1



http://academico.uerr.edu.br/ojs/index.php/REMGADS/article/view/96/54

A Revista Ambiente: Gestão e Desenvolvimento – REMGADS é uma revista on-line da região amazônica que emerge com o intuito de ampliar a visibilidade de pesquisas acadêmicas nas áreas de Ciências Humanas, Linguagens e Artes, Ciências Biológicas e da Saúde, Ciências Exatas e Agrárias, Ciências Socialmente Aplicadas. Fomentando um espaço reflexivo e democrático, sua publicação on-line permite a difusão do saber de forma facilitada e sem custos ao leitor/pesquisador. Primando por rigoroso processo de seleção de pesquisas, nela são acolhidos textos sob a forma de artigos, artigos de revisão, notas de pesquisa e notas técnicas, traduções e resenhas. Sua finalidade acadêmica e social visa a democratização do saber e permite que acadêmicos, pesquisadores e comunidade em geral possa partilhar saberes fundamentais à produção científica da região amazônica, bem como em âmbito nacional e internacional. A região amazônica carece destes espaços transdisciplinares de promoção de pesquisas sérias e qualitativas, de forma que o esforço por promover esta democratização do conhecimento cumpre uma missão fundamental para o estado de Roraima. A REMGADS tem como propósito o incentivo à investigação e ao debate acadêmico, prestando-se como um instrumento de divulgação do conhecimento. Nesta edição 10, volume nº 1, Julho de 2017, temos uma seção “varia”, com a publicação de artigos em fluxo contínuo e dois dossiês: o primeiro, organizado pela Professora Mestra Ana Paula Joaquim Macêdo (UERR) que trada dos Direitos Humanos a partir de estudos críticos contemporâneos; O segundo dossiê traz publicações dos estudos filosóficos da EAF - Escola Amazônica de Filosofia – referentes ao III Congresso de Filosofia e a I Jornada de Estudos Filosóficos da UERR. Com esta nova edição, a REMGADS e seus colaboradores reforçam no ano de 2017 o empenho em socializar os conhecimentos produzidos pela UERR e por pesquisadores do mundo inteiro, os quais disponibilizam gratuitamente suas pesquisas e seus textos, oferecendo aos leitores e pesquisadores a oportunidade de conhecer temas importantes e atuais no que tange à pesquisa acadêmica, cientifica e filosófica. Para o quadriênio 2013-2016, a revista obteve a seguinte classificação Qualis: B3 em Ensino e Educação; B4 em Interdisciplinar, Administração Pública e de Empresas, Ciências contábeis e Turismo; B5 em Ciências Ambientais, Geociências e Odontologia; C em Ciências da Religião e Teologia, Farmácia, Filosofia, Saúde Coletiva, Geografia e Letras/Linguística.

Equipe editorial da REMGADS

REVISTA ELETRÔNICA AMBIENTE, GESTÃO E DESENVOLVIMENTO.    V.10,
n.01, Jul. 2017, Boa Vista (RR):

UERR, 2017,
Semestral
ISSN ONLINE: 1981-4127

CONSELHO EDITORIAL

Carlos Alberto Borges 
Editor – Chefe remgads@uerr.edu.br

Edgard Vinícius Cacho Zanette 
Editor – Associado Edgardzanette1@gmail.com

Carlos Eduardo Bezerra Rocha Secretário secremgads@uerr.edu.br

UNIVERSIDADE ESTDUAL DE RORAIMA


Sumário

SEÇÃO VARIA

Fatores determinantes da qualidade das águas em dois períodos distintos separados por dez anos sem monitoramento no semiárido brasileiro
Eldir Bandeira da Silva; José Ribeiro de Araújo Neto; Helba Queiroz de Araújo Palácio; Eunice Maia de Andrade.......................................................................................... 05

A utilização do software Solar System Scope e dos mapas conceituais, como recursos pedagógicos na disciplina de Ciências Naturais
Francisca Nilde Gonçalves da Silva; Josias Ferreira da Silva.......................................... 15

Licitação e gestão logística: Uma análise do Programa “Cozinha Social” do Município de Toledo/PR
Elemar Kleber Favreto; Juliana Cristina Sousa da Silva................................................ 36

Uso da borra da purificação de gorduras e óleos residuários em compostagem
Fabiana Abreu de Rezende; Gabriel José de Carvalho; Eric Batista Ferreira; Danieli Lazarini de Barros; Antônio Carlos Fraga............................................................................................ 47
DOSSIÊ - DIREITOS HUMANOS: ESTUDOS CRÍTICOS CONTEMPORÂNEOS
Organizadora: Professora Mestra Ana Paula Joaquim Macêdo - UERR
ARTIGOS
Direitos humanos, memória e educação: linhas para uma proposta de ludopedagogia da convivência
Vanessa Teixeira; André Moreira de Oliveira............................................................... 60

Trabalho escravo e desenvolvimento social: capitalismo, consumismo e violação aos direitos humanos
Gabriela Marques de Campos; Pedro Pulzatto Peruzzo................................................ 85

ENSAIO

A crise e o esgotamento do direito
Pedro Pulzatto Peruzzo......................................................................................... 110

DOSSIÊ – ESTUDOS FILOSÓFICOS DA EAF: III CONGRESSO DE FILOSOFIA E I JORNADA DE ESTUDOS FILOSÓFICOS DA UERR
Organizador: Professor Doutor Edgard Vinicius Cacho Zanette – UERR

Leibniz, os futuros contingentes e a unidade da potência divina
Alfredo Gatto............................................................................................ 127

A desconstrução merleau-pontiana aos “pré-juízos clássicos” e os fundamentos de uma ontologia visual
Adriano Melo Medeiros..................................................................................... 145

O sistema de nominação Wapichana: a fabricação dos corpos e a produção da pessoa
Fabio de Sousa Lima; Olendina de Carvalho Cavalcante............................................. 158

“E agora, José?”: infâmias de um qualquer na cidade
Lázaro Batista; Marina Luiza Guimarães; Aline Cristina Baú....................................... 183

O Zaratustra de Nietzsche: o problema do autor a partir de Foucault e Agamben
Francisco Leidens......................................................................................... 196

É possível ensinar filosofia? Os desafios e as conquistas na escola contemporânea
Pedro Henrique Ciucci da Silva.................................................................................... 208
Eliza Menezes de Lima; Elemar Kleber Favreto........................................................... 214

sábado, 8 de julho de 2017

Lições básicas de como pensar o xadrez e a filosofia em nossas vidas (1)


1. Fazer o simples é, geralmente, melhor

Escolhas complexas geram muitas alternativas imprevisíveis, e, neste sentido, a escolha simples é melhor. Viver o complexo, viver o tumulto das paixões em uma partida de xadrez e na vida, tudo isso é muito prazeroso. Mas grandes enxadristas táticos, como Tal, se observarmos cuidadosamente suas partidas, jogavam de forma simples até o momento perfeito de executar combinações e jogadas astuciosas. 

2. Ter um plano

Tanto na vida quanto no jogo, sem um mapa geral de orientação, vivemos riscos desnecessários e pouca perspectiva de progredir a médio e longo prazo.

3. Saber em qual posição você está no jogo/vida

Há pessoas, tanto no jogo, quanto na vida, que acreditam ser reis e rainhas, quando são, metaforicamente dizendo, peões ou cavalos!
No xadrez, não há lugar para a hipocrisia, mas na vida, nesta a hipocrisia parece reinar!
Neste sentido, o peão pode sim dar check-mate ou transformar-se em qualquer uma das outras peças. Já dizia Philidor que os "peões são a alma do xadrez". É necessário, pois, ter uma humildade virtuosa, como dizia Descartes, e reconhecer a nossa singularidade.


4. Saber o momento de ceder e sacrificar

As coisas não acontecem como gostaríamos!
Como é ruim quando descobrimos que estamos quase perdidos, ou em posição muito inferior!
 A sorte e o oponente, tudo isso faz com que sigamos por caminhos desagradáveis. Ocorre que o xadrez nos ensina a avaliar o contexto geral e nos orienta a ceder, seja espaço ou peças, de forma a reconhecer uma derrota parcial, aspirando uma vitória futura, ou, ao menos, nos preparando para futuras vitórias.

5. Saber o momento de marcar posição/combater

Nas relações interpessoais, como no xadrez, só devemos ceder quando temos que ceder!
Marcar posição é fundamental!
Como diz um amigo: "bonzinho só se fode!"

Há uma luta contínua por poder, um pouco no sentido nietzschiano da palavra. Ora, para haver equilíbrio em nosso jogo/vida, é fundamental ter calma, mas, ainda assim, mostrar que é necessário que o(s) outro(s) nos respeite. Como bem dizia Maquiavel, na política, nem sempre o amor nos leva para a ordem e a felicidade. Ao contrário, muitas vezes, é o amor pelas nossas paixões e emoções que nos cega e leva-nos para o abismo.

Então, por vezes, talvez a máxima de que é melhor ser temido do que amado pode nos ajudar! 
O mesmo ocorre no tabuleiro e na vida.

Se todas as vezes que um amigo/esposa/chefe se impõe de forma desagradável e/ou sem respeito, se sempre aceitarmos sem diálogo, sem marcar posição, estamos ferrados!

Pensemos, pois: 
Em uma relação de amizade/amor/trabalho, se você sempre ceder vão "cagar na sua cabeça"!

Mais uma vez, pensemos à la Maquiavel, que no jogo e na vida, é necessário ser tanto leão quanto raposa: 

A raposa conhece as armadilhas, mas não se defende dos lobos. 

O leão assusta os lobos, mas não se defende das armadilhas.


quarta-feira, 21 de junho de 2017

MINICURSO: A teoria das verdades eternas como possível paradigma para interpretar a filosofia moderna


https://filosofiadaufu.wordpress.com/2017/06/13/minicurso-a-teoria-das-verdades-eternas-como-possivel-paradigma-para-interpretar-a-filosofia-moderna/

terça-feira, 20 de junho de 2017

segunda-feira, 29 de maio de 2017

Introdução ao pensamento filosófico: O homem é o lobo do homem - Egoísmo e sociabilidade em T. Hobbes




Thomas Hobbes (1588-1679) considerava que os homens são naturalmente egoístas.



Os seres humanos não são seres gregários por natureza, tal como concebia Aristóteles. 



Ao contrário, em sua obra Leviatã (1651), diz Hobbes que sentimos extremo desprazer em estarmos em companhia uns dos outros e que, na verdade, preferiríamos viver isolados.



Nesta estranha relação de estarmos unidos em grupos, quando não queremos estar. Cada um fica esperando ser considerando digno de respeito e consideração, e permanece tão preso a esperar lisonjas e glórias que surge o perigo de que todos se destruam uns aos outros. 


Dentro desta situação apresentada a discórdia humana emerge de três causas fundamentais:


1) a competição;


2) a desconfiança;


3) a glória.


Na primeira, um ataca o outro com vistas ao lucro. Na segunda, por querer ter segurança. Na terceira, por reputação.


É dentro deste horizonte de compreensão do humano, “ser egoísta” não se refere a um ato voluntário de irracionalidade ou maldade. Mas, ao contrário, o fato de “ser egoísta” caracteriza essa necessidade intrínseca de uma natureza que lutar incessantemente por adquirir tudo o que lhe apraz, sendo esta característica, em várias circunstâncias, uma qualidade de suma importância à manutenção da vida.


Cada homem sempre quer se expandir, adquirindo mais e mais força, mais poder. Disto resulta que no “estado de natureza” (EN), inicialmente, existe dois tipos fundamentais de homens:



1º Os que não se saciam em ter segurança. (Imoderados)




2º Os que se saciam mantendo-se sob reduzidos limites. (Moderados)



Hobbes faz um jogo conceitual interessante ligando estas duas concepções a uma questão comum, no caso, a necessidade dos homens em fazer tudo o possível para manterem suas vidas.




A conseqüência é que os dois tipos de homens no “Estado de Natureza” (EN) agem como imoderados, pois, tendo que antecipar os ataques uns dos outros para garantir suas vidas, todos são latentes inimigos em potencial.



Na concepção hobesiana de (EN) todos os interesses estão em contínuo choque. E, neste caos de vontades que lutam umas contra as outras para se firmar, não existem regras universais coativas, pois falta a todos um legislador comum.




Para se garantir existente cada homem deve, necessariamente, eliminar ou subjugar o outro. Isto porque não existia lei ou propriedade no (EN). De outra parte, há o constante temor da morte.



No interior deste contexto Hobbes pensava que havia uma certa igualdade entre os homens. Já que o mais fraco de corpo pode vencer o mais forte, ou por astúcia, ou mesmo se unindo a outros homens, ocultando essa biológica desigualdade que existe.



Ainda há outro fator que legitima essa concepção de que no (EN) os homens estão em igualdade. Diz Hobbes que se essa desigualdade fosse absoluta e impassível, o mais fraco, receando perder sua vida, reconheceria a superioridade do mais forte. Então, ele aceita submeter-se às determinações do último para ao menos continuar vivo. Nesta situação, nada pode acontecer senão duas coisas:



1ª Os homens continuam se digladiando continuamente, colocando tanto a espécie como também suas vidas individuais em risco;



2ª Os homens não permitem esse risco de auto supressão, fazendo com que esse egoísmo natural se torne um egoísmo disciplinado por um órgão exterior que obrigue a todos a cumprirem seus pactos.



Para Hobbes a saída do (EN) para a “sociedade civil” (SC) emerge da necessidade natural em manter-se vivo, evitando, assim, a morte violenta.


Esse cálculo racional é efeito da astúcia.





A prudência parece ser o resultado da astúcia. Quem não é astuto, não percebendo a contingência de ter o outro como inimigo no (EN) termina por ser uma preza fácil de ser usada e arrebatada.




“O homem é o lobo do homem”.


Mas cada lobo não pode ser o lobo de si mesmo. Isso contraria a busca pela vida!



Essa luta perpétua e universalmente espalhada, no (EN,) é, ao mesmo tempo, o máximo de liberdade e o máximo de ausência de liberdade.


Essa contradição ocorre pelo seguinte: Posso fazer tudo o que me agrada, mas o outro também. Cedo ou tarde, de um modo ou de outro, nossos interesses irão colidir, o que levará, necessariamente, à discórdia.



Essa liberdade absoluta deságua em uma constante e absoluta luta comum. O resultado de tal processo é que tanto o homem que quer ficar tranquilo, gozando de uma vida sossegada, quanto àquele que quer sangue, discórdia e lutas, todos eles são o inferno uns dos outros.




Nesta relação é muito difícil haver um entendimento mútuo entre todos quando não há um agente imparcial capaz de gerir as determinações estipuladas com vistas ao bem comum.



Para Hobbes todo pacto precisa de coação externa para ser validado. Sem a força ninguém se obrigaria a fazer aquilo que lhe é exteriormente imposto. Por isso que poder e sociedade nascem juntos.



Esse poder absoluto que é transferido ao governante tem de ser absoluto para tornar possível a superação da condição de guerra reinante no (EN). Isto porque não há alternativa alguma para assegurar ordem e segurança, havendo o constante e iminente perigo de morte violenta.


Hobbes desmonta a concepção tradicional de que os homens livres são bons e estão “por natureza” na comunidade para gozarem de sua condição privilegiada.


É interessante que na visão hobesiana do surgimento do estado é pela liberdade que o estado de discórdia se mantém. Pois, se os mais fracos tivessem plena consciência de sua inferioridade, da inconseqüência de lutarem, da impossibilidade de vencerem os mais fortes, eles imediatamente se submeteriam aos fortes salvaguardando suas vidas, ainda que vivessem até o fim de suas vidas como escravos.


Com o pacto feito e a (SC) constituída, a razão maior que leva um súdito a obedecer ao soberano é a de instaurar a paz impedindo a morte violenta de todos. Por outro lado, se o governante não for capaz de realizar sua contrapartida do pacto, não há motivo racional para qualquer homem que seja abdicar de seu direito de lutar por desfrutar de todas as coisas. Justamente por isso que ainda que o pacto transfira ao soberano poder ilimitado e o direito de subjugar a todos, isso não tira de cada um o direito de defender sua própria vida.


Se o soberano for mau administrador, sendo imprudente na condução do estado, incosenqüente nos impostos, aplicando castigos e usurpando os bens dos súditos, logo trará a discórdia no estado incitando a todos a se rebelarem em busca de justiça. Ademais, o soberano não pode exigir que um súdito se mate ou se fira, pois, ainda que no estado civil todos acordaram pelo pacto que devem aceitar as determinações do soberano, ainda assim, cada um permanece tendo que cuidar de si mesmo, não devendo não lutar para manter-se vivo.




Na visão de Hobbes o estado é uma criação dos homens que ganha vida e autonomia própria para aplicar poder coativo. O estado é absoluto e indivisível. 

De certa forma, o estado não deixa de ser um ente metafísico, simbólico, pois todos temos que internalizar a coação exterior exercida pelo estado como necessária, mesmo que não haja realmente em todos os instantes um poder coativo real por perto.



Vemos que essa característica coativa do estado pensado por Hobbes já antecipa certas teses acerca da punição, às quais, mais tarde, Foucault apresentaria em “Vigiar e Punir”. 

Para Hobbes a força, a ordem, a justiça, a reparação dos danos, a punição, são instrumentos utilizados pelo soberano para continuar firmando os cumprimentos dos pactos.


Na medida em que seguir a lei se dá quando cumprimos os pactos. Ainda que seja assim, de fato, se formos comparar as duas condições de existência pensadas por Hobbes, uma no (EN) e outra na (SC), vemos que a condição humana de absoluta liberdade é ainda mais miserável que sua atual condição de ter que prestar obediência a um soberano.




Quando o soberano impõe leis, todo homem com o mínimo de bom senso pode fazer o melhor possível para melhor viver em paz se adequando às determinações da lei, já que o soberano e as leis têm a obrigação de oferecer segurança a todos. 

Por isso que, quando um homem não quer aceitar tais determinações e é justo que ele as aceite, ele nega tanto o pacto feito com o estado e a si mesmo.


BIBLIOGRAFIA BÁSICA

HOBBES, Thomas. Leviatã. Tradução: João Monteiro e Beatriz Nizza da silva. São Paulo: Abril Cultural. 1974. (Coleção Os pensadores)

Autor: Edgard V. C. Zanette - Utilização exclusiva para leitura e estudos, sendo proibida a utilização e divulgação.


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